sábado, 31 de outubro de 2009

15/08 - QUINTO ENCONTRO –











Mais uma vez nos encontramos!! NOSSA BUSCA PELO CONHECIMENTO É INCESSANTE!

Nosso quinto encontro aconteceu na Escola Estadual Almino Afonso... Foram cinco horas de oficinas... Como diriam os mais jovens o encontro foi “Show de Bola” (risos)

Como eram oficinas, nosso planejamento foi o seguinte:


OBJETIVO:

  • Relacionar a teoria do Gestar com a prática docente.
  • Realizar algumas atividades com os professores cursistas sobre o que tínhamos discutido na TP3
  • Demonstrar o que tinha sido realizado até então em sala de aula
  • Planejar uma aula pautada no poema de Manuel Bandeira: “Poema tirado de uma noticia de jornal” do TP3


PROCEDIMENTOS METODOLOGICOS

  • Socialização das atividades realizadas em sala de aula pelos professores
  • Atividade para os professores para reconhecimento dos gêneros textuais
  • Socialização das atividades.
  • Estudo do poema de Manuel Bandeira - compreensão textual – e em grupos planejamento de aulas para serem colocadas em prática com os alunos.


LEMBRAMOS QUE NÃO ACHAMOS PERTINENTE COLOCAR A AVALIAÇÃO, VISTO QUE A MESMA SE DÁ DE FORMA CONTÍNUA... A CADA ENCONTRO OS PROFESSORES CURSISTAS SÃO AVALIADOS DE ACORDO COM OS RELATÓRIOS APRESENTADOS.


Depois da apresentação dos cursistas de seus trabalhos realizados em sala de aula, dividimos a turma em grupo e a cada grupo distribuímos um GÊNERO TEXTUAL e os professores teriam que responder as seguintes perguntas:

  1. Qual o gênero textual?
  2. Qual a função social desse Gênero?
  3. Quem o produz e em qual situação comunicativa?
  4. Para quem se dirige?

Cada grupo ia respondendo de acordo com o gênero que tinha em mãos, ao mesmo tempo em que socializava para os demais colegas.

Depois de uma bela macarronada servida para os professores, nos reunimos novamente e em grupo eles foram preparar a aula com o poema de Manuel Bandeira. (Sugestão de oficina do TP3)

Antes, fizemos um estudo do poema, buscamos contextualizá-lo, buscamos a compreensão textual do mesmo. Depois do entendimento sobre o texto, cada grupo preparou uma aula de acordo com o nível da turma que pretendia concretizar o plano.

Alguns dos gêneros trabalhados neste encontro: Artigo de opinião, editorial, crônica, conto, charge, propaganda, poema, cartum, tirinhas, noticias, entrevistas, reportagens, piadas...


AVALIAÇÃO DO ENCONTRO:

DEIXE QUE ELES AVALIEM NÉ?

“Estou aprendendo muito com o gestar, e cada encontro supera as minhas expectativas”

Carmem Lúcia

“Foi maravilhoso o encontro, está me ajudando muito na minha prática em sala de aula”

Genilda

“Eu estou mais segura para trabalhar em sala de aula, depois do Gestar”

Netinha

ALGUNS DOS COMENTÁRIOS AO FINAL DO ENCONTRO...

ESTAMOS DIVIDINDO EXPERIÊNCIAS COMO NUNCA! ISSO É GRATICANTE







25 DE JULHO – A BUSCA DO CONHECIMENTO CONTINUA.... QUARTO ENCONTRO!

No dia 25 de julho, mais uma vez nos reunimos. Desta vez na Escola Municipal Centro Educacional Raimunda Barreto. Neste encontro, tínhamos como objetivo trabalhar o projeto com os Professores, ao mesmo tempo em que questionaríamos deles se haviam aplicado o que viram até então no Gestar II, em sua sala de aula.

Sintetizaremos nosso planejamento:

OBJETIVOS:

  • Identificar as partes de um projeto
  • Mostrar como se faz um projeto, levando em consideração as normas da ABNT.
  • Discutir alguns temas que poderão ser abordados no projeto

PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS

  • Uso de slides – mostrando o que é um projeto e suas partes
  • Discussão sobre alguns temas que poderão servir de base para o projeto
  • Apresentação de um vídeo: quem mexeu no meu queijo?
  • Discussão sobre o vídeo apresentado
  • Apresentação de alguns questionamentos do vídeo trazendo para nossa prática pedagógica.
  • Solicitar dos professores para que falem sobre o que á aplicaram em sala de aula – dificuldades, se os alunos gostaram... como se deu este trabalho...

Mais uma vez iniciamos nossos trabalhos às 8 h, com previsão para terminar às 13h.

Anteriormente, a professora formadora do Gestar II de Matemática, pediu que ficássemos todos reunidos e que passássemos as informações sobre o Projeto, uma vez que os professores cursistas de Matemática também farão um projeto. Assim foi feito. Basicamente das 8 às 11h reunimos todos os cursistas de Martins-RN (Português e Matemática) e fomos passando informações: o que o seria o projeto, sua finalidade, a sua importância para detectarmos e buscarmos soluções para algum problema dentro da disciplina que trabalhamos. De certa forma, foi bom, todos estarem reunidos, porque se constatou que ninguém pode trabalhar sozinho e que a interdisciplinaridade é importante dentro da escola – matemática e português juntos podem realizar um bom trabalho.

Produzimos um slide sobre Projeto, as normas da ABNT, as partes que constituem um projeto e fomos gradativamente, discutindo essas questões. No início, os professores ficaram, um pouco assustados, tiveram medo de não conseguir fazerem, nem muito menos colocá-lo em pratica, mas fomos dizendo que estávamos ali para ajudá-los e dentro do possível dar-lhes apoio pedagógico para a realização do Projeto. Depois desse primeiro momento, cada professor, tanto de Matemática quanto de Português foram dizendo as maiores angústias em sala de aula e chegaram a um consenso de que os projetos deveriam, em Língua Portuguesa, buscar trabalhar a leitura e escrita, pois a dificuldade maior dos alunos era a compreensão textual e produção textual pelo fato de lerem ainda numa visão errônea de decodificação. Os de Matemática perceberam que essa dificuldade de compreensão é vista nos enunciados que os alunos não sabem inferir no que diz respeito a problemas da área, bem como o domínio com os números.

Em seguida tivemos um intervalo de 30 minutos para o almoço, que por sinal tava muito bom! Aproveitamos para “esticar as pernas”, colocar as fofocas em dia (risos)... Na verdade, foram 30 minutos de descontração.

Voltamos para a sala e vimos o vídeo: Quem mexeu no meu queijo? (que vou tentar colocar aqui – se minha conexão de internet deixar...) foram feitas discussões acerca da temática trazendo para nossa realidade.

Abaixo as perguntas que serviram de discussão após o vídeo:


Personagens: os dois ratinhos SNIFF E SCURRY. os dois duenes HEM E HAW

1. Em que HEM difere de seu amigo HAW?

2.Que perfil de professores são comparados aos duendes HEM e HAW?

3. Analise os dois ratinhos. Quem são os SNIFF e os SCURYY da educação brasileira?

4. Por que HAW, memso tendo bastante queijo para comer inspeciona o Posto N todos os dias para verificar as condições do queijo e andava pelo labirinto para explorar novas áreas?

5. o que podemos apreender do video que se aplica a nossa prática em sala de aula?


Depois das discussões que foram proveitosíssimas... Alguns professores me entregaram já relatório do que haviam aplicado em sala de aula e falaram de como conduziram seu trabalho. No nosso próximo encontro, quando faremos uma oficina, eles trarão os resultados de suas aulas.

Ainda nesse encontro, eles pediram para que eu mais uma vez que eu explorasse e lhes mostrassem como trabalhar o gênero Propaganda e os efeitos de sentido nesse gênero, bem como de que forma poderiam trabalhar a tipologia injuntiva e ainda conhecimentos linguísticos como verbos no Imperativo. Mostre que não precisavam separar gramática do texto, porque o próprio gênero dava conta de verbos no imperativo e que poderiam trabalhar as normas dentro do gênero.

Parece piegas... (risos),mas, mais uma vez foi gratificante está junto desses professores que tanto tem a aprender como a nos ensinar...





15/07 – TERCEIRO ENCONTRO – RELATÓRIO GESTAR II

Continuando nossa conversa... Desbravando o conhecimento.

Tipos de textos? O que entendemos por isso? Iniciamos nosso encontro questionando dos professores qual o entendimento deles sobre tipologia textual?

Deixamos que eles se expressassem livremente sobre a pergunta... No decorrer do encontro chegaríamos a um consenso, ou tentaríamos encontrar uma resposta para o questionamento...

Pois bem! Nosso terceiro encontro aconteceu na Escola estadual Francisco de Assis no município de Serrinha dos Pintos. O objetivo era trabalhar as Unidades 11 e 12 do TP3, conforme planejamento abaixo:

Objetivos:
  • Conhecer as tipologias textuais que os gêneros se utilizam para se concretizarem.
  • Diferenciar seqüências tipológicas narrativas e descritivas.
  • Caracterizar as seqüências injuntivas e preditivas.
  • Caracterizar sequências tipológicas expositivas e argumentativas dentro do tipo dissertativo.
  • Relacionar sequências tipológicas à classificação do gênero
  • Analisar sequências tipológicas em gêneros textuais.

Conteúdos:

  • Sequências tipológicas: narrativas, descritivas, injuntivas, preditivas, expositivas, argumentativas.

Procedimentos Metodológicos

  • Discussão inicial acerca dos conteúdos trabalhados (predição para conhecimento dos professores sobre tipos de textos).
  • Instigar dos professores cursistas o seu entendimento sobre tipologia textual.
  • Apresentação de slides sobre o conteúdo trabalhado
  • A cada sequência tipológica trabalhada abrir espaço para discussões ( para que os professores possam ver as diferentes sequências tipológicas que os gêneros textuais apresentam – levando em consideração o gênero textual trabalhado e a intenção comunicativa)
  • Explanação da crônica: Rex, o filósofo pulguento de José Roberto Torero.
  • Explanação os poemas: cidadezinha qualquer e Quadrilha de Carlos Drummond de Andrade.
  • Reconhecimento das atividades do AAA3 – solicitação que vejam as atividades sugeridas no caderno do professor.

Recursos:

  • Data-show
  • Cópias do texto: Rex, o filósofo Pulguento
  • Quadro
  • Pincel

Levando em consideração o plano de aula, nosso encontro se deu das 8h às 13 horas. Iniciamos, questionando dos professores sobre o que entendiam sobre tipos de textos. Percebemos que alguns ainda tinham aquela velha visão de considerar tipo como sendo o gênero, apesar do encontro anterior ter tratado de gênero, ou então a tradicional idéia da trilogia: narração, descrição e dissertação. Nossas discussões foram relevantes para que mudássemos esses conceitos. Apresentamos os slides e ao passo que fazíamos isso, os professores iam perguntando, questionando, debatendo sobre o que estava sendo trabalhado. Isso implica em dizer, que estávamos no caminho certo, pois em seus questionamentos eles demonstravam interesse e alguns até surpresa por nunca ter ouvido falar de “uma tal de sequência tipológica injuntiva e preditiva”.
Deixamos que eles se posicionassem livremente, uma vez que para alguns, aquilo era totalmente novo. No decorrer das apresentações dos slides, íamos sugerindo como esse trabalho poderia ser conduzido em sala de aula. Alguns demonstravam medo (achavam que não saberia trabalhar esses conteúdos com seus alunos), mostrávamos que realmente é difícil mudar, no entanto, isso deve ocorrer gradativamente, e que o Gestar II está buscando exatamente isso: uma reflexão dos professores em relação a sua prática e consequentemente uma mudança de postura.
Depois da apresentação dos slides, simulamos uma aula através dos poemas de Drummond para que eles vissem na prática como trabalhar sequências tipologias em sala de aula, partindo sempre do gênero textual, das especificidades do gênero, da compreensão textual. Foi um momento prazeroso, pois víamos que o professor vinha novas formas de trabalhar competências linguísticas com seus alunos. Em seguida fizemos juntos um plano de aula, pautado no gênero textual Crônica através do texto: Rex, o filósofo pulguento e que cada professor adequaria o plano a uma turma, se assim achasse conveniente.
Depois desse “movimento inevitável” em sala de aula, fomos fazer o reconhecimento das atividades do AAA3 do professor e verificar as atividades sugeridas e delimitar que atividades poderiam ser aplicadas em sala de aula. Lembramos que ao passo que íamos apresentando os slides, pedíamos que os professores fossem acompanhando na TP3 e assim, fossemos vendo que atividades do “avançando na prática” poderiam também ser aplicadas em sala de aula.
Em síntese, foi um encontro muito bom... E mais ainda quando uma das professoras disse que pensava em desistir do Programa, mas percebeu que o Gestar II é diferente de todas as formações continuadas que já tivera, principalmente porque não somente jogava conteúdos, mas mostrava como se deve colocar em prática em sala de aula e que por essa razão estava gostando muito e nem “pensar em desistir”, e que esperava que os encontros continuassem cada vez melhor. Apesar das 5 horas q passamos juntos, o encontro não foi cansativo. Tivemos um intervalo de 30 minutos para almoçarmos. Agradecemos, a atenção e a simpatia da Diretora da Instituição, Maura, que nos recebeu muito bem e nos deu total apoio.

domingo, 12 de julho de 2009

RELATÓRIO DO SEGUNDO ENCONTRO

A língua penetra na vida através de enunciados concretos que a realizam, e é também através dos enunciados concretos que a vida penetra na língua”.
(BAKHTIN)
Compreendendo os gêneros...

Nosso segundo encontro aconteceu no dia 01 de Julho. Reunimo-nos das 13 às 18 h na Escola Estadual Antônio João de Queiroz. Nesse encontro, trabalhamos o TP3.
Inicialmente, pedimos aos professores que fizessem suas apreciações sobre o material estudado. Apesar de elogiarem o material, vimos que em sua maioria, leram apenas parte do material, e para isso alegaram falta de tempo (alguns trabalham na rede municipal e estadual) tendo, portanto uma carga horária muito corrida. Reconhecemos essa dificuldade, mas ratificamos a importância da leitura, mesmo porque os mesmos terão que aplicá-lo em sala de aula.
Após este momento, partimos para o entendimento sobre gênero textual. Usamos, então, slides que de forma clara e sucinta explicava o conteúdo. Ao passo que íamos apresentando, abríamos discussões com os cursistas, instigávamos sua curiosidade sobre gênero textual.
Num outro momento, trabalhamos o gênero crônica com “Circuito Fechado” de Ricardo Ramos. Achamos pertinente trabalhar este texto, uma vez que ele é escrito apenas com substantivo, sua temporalidade é marcada pela pontuação e isso nos deu suporte para conceituarmos o que é TEXTO. Mostramos como esta crônica poderia ser trabalhada em sala de aula, a partir do título que já nos leva a algumas inferências. Mostramos como a pontuação é importante na construção de sentido, ou seja, simulamos uma aula de leitura e aos poucos, os cursistas foram se sentindo bem mais familiarizado com os gêneros. Falaram da diversidade em sala de aula, dos alunos da EJA que precisam de uma motivação maior para permanecerem em sala de aula e reconheceram de que é preciso realmente que mudemos nossa prática para que possamos atender a esta diversidade em sala de aula.
Em um outro momento, trabalhamos a crônica “Palavras ao vento” de Pedro Bial e a utilizamos como forma de iniciarmos o estudo de gêneros literários, o que facilitou bastante o entendimento por parte dos professores. Apresentamos a diferença entre gênero literário e não-literário, a linguagem conotativa e denotativa, a plurissignifição nos gêneros literários. Ao passo que íamos avançando no TP3, Mostrávamos as atividades do “Avançando na Prática” e sugeríamos que os professores a trabalhassem em sala de aula. Logo alguns se manifestaram sobre trabalhar com o gênero Biografia, outros se decidiam por Fábula, outro sobre artigo e assim sucessivamente. Não quisemos estabelecer um gênero a trabalhar, pois acreditamos que o professor inicialmente precisa ter segurança quanto ao trabalho com gênero, apesar de no decorrer do encontro, eles reconhecerem que já trabalham com gênero, mas não sabiam disso, isto é, faltavam-lhes a base teórica, a sistematização, e o Gestar II vem dar esta sustentação teórica. Devido o trabalho com gênero textual se estender mais do que o previsto, uma vez que, procuramos tirar todas as dúvidas dos professores, infelizmente trabalhamos nestas 5 horas apenas as unidades 09 e 10. Os próprios professores reconheceram que é melhor ir aos poucos, para que eles possam ir absorvendo estes conceitos. No nosso próximo encontro que será dia 15 de julho, vamos terminar o TP3, trabalhando tipologia textual. Portanto as oficinas só acontecerão depois que apresentarmos todo o TP3.
Acrescentamos que o encontro foi muito bem participado, proveitoso e que cada vez mais aprendemos com a interação e a troca de experiências vivenciadas na sala de aula.
Aproveitamos o espaço para agradecer a direção da Escola na pessoa de Janicleide, que nos recebeu muito bem... Serviu-nos um lanche MARAVILHOSO!! Tínhamos água e café na sala de aula, facilitando o nosso trabalho... Obrigada pela acolhida!!

quarta-feira, 1 de julho de 2009

2º Encontro - 01 de Julho...

Universidade de Brasília - UnB
Decanato de Extensão - DEX
Centro de Interdisciplinar de Formação Continuada
Área de Formação: Língua Portuguesa
Formador - UnB: Prof. Ricardo
Formadora Municipal: Hélia de Oliveira Silva
Estado: RN Município:Martins
Nº de cursistas: 10 (dez) cursistas
Mês de referência: Julho/2009


Nosso segundo encontro aconteceu na Escola Estadual Antônio João de Queiroz, dia 01 de julho.. Aguardem!! logo estaremos postando aqui tuuuuuuuuudo sobre o encontro....

1º Encontro do Gestar II – Início de nossa caminhada!












Nosso primeiro encontro aconteceu no dia 13 de junho de 2009, na escola Centro Educacional Raimunda Barreto. Com antecedência, elaboramos os convites e os entregamos às escolas Municipais e Estaduais para que os diretores comunicassem aos cursistas sobre a realização do evento, inclusive um dia antes, visitamos a escola, que sediaria o evento para deixarmos o lugar mais acolhedor, com algumas frases de efeito e um ambiente agradável.

Contamos com a presença da Secretária de Educação a senhorita Helena Lucia dos Santos e de alguns diretores das escolas onde têm o ensino fundamental do 6° ao 9° ano: Claudio Henrique, diretor da escola que estava nos recepcionando, Ricardo Lopes, diretor da Escola Estadual Desembargdor Sinval e Janicleide Carvalho, diretora da Escola Estadual Antônio João de Queiroz.

Contamos ainda com a presença do coordenador do programa no município, o senhor Damião Carlos, que falou de suas atribuições, enquanto coordenador e da importância do programa na formação dos professores, aproveitando para apresentar os professores formadores (Língua Portuguesa e Matemática) visto que, neste primeiro momento, estavam presentes tanto os cursistas de Língua Portuguesa quanto os de Matemática.

Depois, tivemos o pronunciamento da Secretaria de Educação, falando de sua expectativa com Gestar II e da esperança de que ele possa trazer algumas mudanças no que diz respeito às práticas pedagógica dos professores. Desejou-nos sorte nesta nossa “empreitada” e se dispôs para o que precisássemos.

Após esse momento de abertura. Convidamos os professores a conhecerem o Gestar II e para isso o coordenador apresentou o Guia Geral através de slides e foi explicando passo a passo o Programa, para que os professores fossem se familiarizando. Em seguida os professores foram convidados a assistirem ao vídeo “O Saber e o Sabor” e logo após foi feita uma discussão sobre o vídeo. Os professores se colocaram sobre o que lhes chamaram à atenção no vídeo, teceram considerações a cerca do conteúdo temático do vídeo. Houve uma discussão muito interessante, nesse momento de socialização do vídeo.

Em seguida, tivemos um intervalo de 20 minutos, no qual foi servido um lanche para os professores, por sinal, delicioso!!!

Voltamos para as salas de aula, neste momento, os cursistas de Língua Portuguesa e Matemática se dividiram. A partir de então, efetivamente iniciamos a nossa caminhada de desbravadores da Língua portuguesa.

Iniciamos nosso primeiro contato, convidando os professores (em número de 10 – Rede Municipal e Estadual) a assistirem um slide reflexivo por título “As sementes”. Pedimos que algum professor se propusesse a lê-lo, e a professora Lena ( como carinhosamente é chamada pelos colegas de profissão) atendeu ao nosso pedido. Fizemos uma reflexão sobre o texto, trouxemo-no para as nossas ações do cotidiano e para o crescimento enquanto pessoa e enquanto profissional da educação.

Como professora-formadora de Língua Portuguesa, mostrei o material e discutimos sobre sua aplicabilidade em sala de aula. Percebi que os professores demonstravam um misto de satisfação e medo, o que é aceitável, pois esta formação vai refletir em sua prática em sala de aula, no entanto, o prazer com que os mesmo discutiam sobre o material me deu a certeza de que estamos diante de um grupo comprometedor com o ensino o que me deixou mais satisfeita ainda em poder participar do Gestar II. Mostrei o que seria trabalhado em cada TP e justifique o fato de estarmos iniciando com a TP3. Ainda neste encontro, que durou 5 horas, simulamos uma aula de leitura partindo do gênero textual Poema, para que assim, pudéssemos instigar o professor-cursista. Discutimos ainda o cronograma, como não chegamos a um consenso, ficou decidido que durante a semana elaboraríamos um cronograma que atendesse em parte às necessidades de todos. Coloquei ainda a relevância de um projeto durante a formação e em seguida foi solicitado (como dever de casa) que os professores lessem a TP3 e fizessem as atividades dos textos de referência. Coloquei-me a disposição para qualquer dúvida, atividades que quisessem realizar em sala de aula, bem como para atendê-los a qualquer momento na SME, no período da manhã.

De modo que o encontro foi muito proveitoso, vimos o interesse de todos os professores envolvidos no Programa, ainda mais pelo fato de todos serem unânimes em perceber que diante do contexto em que vivemos é necessário buscar novas formas de trabalhar com a língua materna para que possamos desenvolver competências comunicativas em nossos alunos.

Por último, houve agradecimentos recíprocos e o próximo encontro ficou para ser definido depois.